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Peça sua estatística

Se você se interessa pelo estudo de pessoas desaparecidas, faz parte de algum jornal ou instituição governamental, você pode requisitar dados estatísticos, basta enviar um e-mail para: samped.cgi@gmail.com informando os dados que você deseja obter e no máximo em 24 horas você receberá um e-mail com os dados gerados pelo sistema.

obs: Atualmente existem 932 pessoas cadastradas no sistema e todas de Minas Gerais.

Assassinos em série no Brasil

O Brasil é sem dúvidas, um país que vem passando por mudanças ao longo dos anos, principalmente quando nos referimos ao comportamento das pessoas em relação aos problemas enfrentados pela sociedade. Mas este comportamento não é algo que nasce espontaneamente dentro do ser-humano, sem nenhum motivo aparente, ele é um reflexo das experiências com as quais temos contato, seja ela social, cultural, econômica ou pessoal.

O Brasil é um país novo, com apenas 511 anos desde a sua descoberta pelos Portugueses, somos apenas uma criança comparados a países como Inglaterra, França, Espanha, entre outros. E como toda criança, precisamos de referência, no nosso caso, temos como referência os Estados Unidos, um país que atualmente passa por uma crise, mas foi durante muitos anos a maior potência econômica do mundo, e que ainda hoje, exporta cultura para o resto do mundo.

Até poucos anos atrás, não existia a possibilidade de um aluno entrar dentro de uma escola e matar crianças inocentes em resposta ao seu sofrimento, muitas vezes, causado pela sociedade. Isso começou nos Estados Unidos, um bom exemplo foi o Massacre em Columbine , como reflexo disso, tivemos um caso parecido em Realengo, no Rio de Janeiro.

Com os assassinos em série, não é diferente, mas só fatores sociais não influenciam as pessoas a cometerem esses atos,  é necessário que o indivíduo tenha uma predisposição para desenvolver uma Personalidade Criminosa, pessoas com essa personalidade, possuem baixa tolerância à frustração e baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência, existe também uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações duvidosas para explicar um comportamento de conflito com a sociedade.

Abaixo segue uma lista de assassinos em série (Serial Killers) existentes no Brasil.


João Acássio Pereira da Costa (Bandido da Luz Vermelha)

A preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes  (sempre  nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de “Bandido da Luz Vermelha”, em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.

Pedrinho Matado

Matou pela primeira vez aos 14 anos e seguiu matando e hoje acumula mais de 100 homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

Chico Picadinho

Esquartejou 2 mulheres nos anos de 1966 e 1976. Filho de pai muito severo, sua mãe foi uma mulher que tinha muitos amantes e quase sempre casados.

Francisco de Assis Pereira (Maníaco do Parque)

Estuprou, torturou e matou pelo menos 6 mulheres e atacou outras 9. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.

Marcelo de Andrade

Estuprou e matou 11 meninos no Rio de Janeiro, bebeu o sangue e praticou canibalismo nas vítimas.

A diversidade étnica no Brasil.

O Brasil é um país com grande diversidade étnica, sua população é composta essencialmente por três principais grupos étnicos: o indígena, o branco e o negro. Os indígenas constituem a população nativa do país, os portugueses foram os povos colonizadores da nação e os negros africanos foram trazidos para o trabalho escravo.

Esse contexto proporcionou a miscigenação dos habitantes do Brasil, caracterizados como mulato (branco + negro); caboclo ou mameluco (branco + índio); cafuzo (índio + negro). Com o prosseguimento da miscigenação, originaram-se os inúmeros tipos que hoje compõem a nossa população.

É sempre importante ressaltar que nos estados brasileiros não há homogeneidade étnica, e sim, a predominância de vários grupos. A distribuição dos principais grupos étnicos pelo território nacional é uma consequência do povoamento das regiões do país.
A região Sul teve os europeus como principais povos ocupantes do território; na Amazônia, predominam os descendentes indígenas; os afro-descendentes são maioria no Nordeste brasileiro. No entanto, existe grande diversidade mesmo entre essas regiões, pois além de ter ocorrido a miscigenação nesses locais, há um grande fluxo migratório entre essas partes do Brasil.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
O SAMPED tem atualmente 628 pessoas cadastradas e abaixo segue um gráfico com o número de pessoas desaparecidas levando em consideração a etnia das mesmas.

Através desse gráfico é possível observar que o número de pessoas Pardas desaparecidas é bem maior que Brancas, Negras e outras etnias existentes, apesar do gráfico étnico de pessoas que vivem em Minas Gerais apresentar um número maior de pessoas Brancas, isso não as coloca em primeiro lugar em desaparecimento.

Fonte: Wikipedia

Na próxima matéria serão apresentados os números de pessoas desaparecidas levando em consideração o ano de desaparecimento e seus respectivos meses.

O primeiro gráfico

O SAMPED ficou pronto a quatro dias apenas, o total de pessoas cadastradas é de 254 para todo o estado de Minas Gerais. Segue abaixo um gráfico com o desparecimento de pessoas por região na grande capital, muitos dos familiares e ou amigos não informam o local exato de desaparecimento, deixando assim uma grande margem nas regiões de desaparecimento desconhecidas.

perfil geográfico

Dentre as regiões que apresentaram algum resultado, a região Noroeste ficou na frente com 7 desaparecimentos registrados, 5 deles registrados em 2010, 1 em 2007 e outro em 2001.

As outras duas regiões que mais apresentaram índice de desaparecimento no gráfico acima, foram as regiões Leste e Nordeste, com 4 desaparecimentos cada uma, a região Leste apresentou 3 registros em 2010 e 1 em 2011, já a região Nordeste apresentou todos os seus registros no ano de 2010.